14 de agosto de 2014

A Peleja de Zumira e Patolina: A Bomba

Mas espie só! 
A pata besta caiu direitinho no laço da jibóia, deixando a serpente entrar e sair de dentro de sua casa, sabendo direitinho até da hora que ela ia ao banheiro e com pratin de bolo pra aqui e pratin de pudim pra lá, pense numa amizade!
Pensou? eram as duas. Carne e unha. E a tonta da dona Patolina contando toda a sua vida desde o dia que nasceu.
É cada uma nesse mundo que contando ninguém acredita! 
Bem que avisei pra ela se dar ao respeito, não quis me ouvir. 
Só não digo bem feito porque não vou dizer mesmo.
E pra completar o seu rosário de bestice perdoou o frango, que chegou no dia seguinte se desmanchando em lágrimas de largatixa.
O Dr. Frangolino secou as pernas de andar pra lá e pra cá e não teve jeito e dona Patolina teve que pagar tostão por tostão, tim tim por tim tim sem faltar uma virgula. 
Só sei dizer que a surucucu deitou e rolou com o dinheiro da dona Patolina, que pelas vias normais não lhe devia um centavo furado.
E enquanto a dona Patolina se descabelava pra pagar o dinheiro da sua condenação aconteceu um fato.
Pense num fato!
Isso não é fato. É bomba mesmo!
Minha avó dizia que Deus não dorme!
Dona patolina recebe uma ligação de um cliente que foi atendido a mais de um ano atrás.
E o cliente soltando os cachorros na empresa da dona Patolina e até ameaçando a coitada de leva-la na delegacia.
Quando a atendente chegou com o recado a dona Patolina imediatamente tratou de resolver o assunto afirmando que ali não existia o tal cliente, que ele estava enganado, porque ali não existia documento nenhum que comprovasse aquela afirmação!
Como não? dizia o cliente soltando fogo pelas narinas.
Paguei e não me prestaram os serviços.
Liguei e reclamei tanto que desisti diante do pouco caso de vocês. Bando de irresponsáveis!
E foi quando dona Patolina pede pra ele enviar por email o contrato.
E não deu outra, era um contrato assinado pela Zumira.
Corri pra cozinha em busca do famoso copo de garapa com açúcar e outra vez tenho que beber aquele purgante! 
Porque a pata aprendendo a lidar com o mundo, nem ligou, não deu a mínima correu pro banco para se certificar se naquela data ou nas proximidades da citada data havia a confirmação de algum deposito daquele tão significante valor, que não era um valor qualquer. E nada. Não existia deposito nenhum.
Tem ciença por traz dessa reclamação, onde o cliente está solicitando o seu dinheiro de volta!
Tem ciença por trás desse contrato. 
Quer ver uma coisa?
A dona Patolina solicita ao cliente enviar a copia do cheque para ter certeza daquilo que seus miolos já imaginavam. Reembolsou o valor pago pelo cliente e recebeu a copia do cheque que estava lá nominal a Zumira e depositado em sua conta pessoal.
E diante do fato exclamou!
AH CONDENADA!



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