Follow Us emedelu

Mostrando postagens com marcador cotidiano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cotidiano. Mostrar todas as postagens

12 de dezembro de 2018

Meu Blog e Eu

12:53 0 Comments

Eu e meu blog. Carne e unha. Quer dizer, eu em pessoa. Sem tirar e nem por. Mas que por diversas razões deixei de escrever. De contar os causos.
Vontade até que tenho, tive e terei. Mas só vontade não resolve e inspiração está alem da própria vontade.
Pra quem não conhece o blog da chica chata eu explico:
Chica era a costureira da minha mãe. E eu, uma menina metida a besta que gostava de meter o bedelho em tudo. Creio eu que já nasci assim.
Com cinco anos de idade eu sabia fazer de tudo acreditam? Pelo menos acreditava piamente que sim.
Até lembro do dia que fui consertar a máquina de costura da minha mãe e ao finalizar sobraram mais da metade das peças.
Levei um mês com a minha mãe no meu pé. Mas, consegui.
Sou daquelas pessoas que diz assim: "quando eu cair vou cair em pé" rs!
E se naquele tempo era assim, pra minha surpresa depois que cresci e amadureci fiquei pior.
Não consegui acalmar os ânimos. Estou sempre inventando alguma coisa. A imaginação quando quer, é a mil por hora e quando não estou no meu vai e vem de deixar as pernas e a cabeça só o pó da rabiola me ataca uma depressão de cair os queixos.
Remédios? nem pensar pois não resolve. Me deixa mesmo é parecendo alma penada dormindo em pé. 
Digo sempre que as minhas mãos, "PRESENTE de DEUS" é medicamento pra todos os meus males, sejam eles físicos ou mentais.
Pra quem acredita que não pode: digo uma coisa.
Eu criei uma empresa sem um centavo no bolso. Só com a cara e a coragem.
Deus e Eu. E mais ninguém. E isso foi a 23 anos. E continuo na batalha até hoje.
E sem sombra de dúvida o que mexeu com os meus miolos foi essa crise que está aí até hoje. 
É duro trabalhar de domingo a domingo, dia e noite sem descanso, e ver o seu trabalho chegar ao ponto que chegou.
Não é do meu feitio contar misérias. Como eu disse vou cair em pé. E nas outras postagens quem sabe voltarei ao assunto.
Mas o assunto aqui é falar sobre o blog:
O blog é isso, histórias da minha infância feliz, lá na minha cidadezinha do interior.
O meu oficio naquelas épocas?
Encher o saco da minha mãe e da sua costureira e de quem mais achava interessante.
Sejam portanto bem vindos ao meu blog!

8 de março de 2017

Chá de cadeira e cala a boca!

01:32 1 Comments
Nem tudo é paz e amor. 
Principalmente nos dias de hoje. E pra se arrumar uma boa encrenca não precisa ir muito longe. 

Hoje em dia a pessoa precisa ser cega, surda e muda e se falar não fale muito porque o tinhoso parece que está solto e não dá sinais de que vai embora.

Hoje mesmo foi meu dia. O meu dia de rodar a baiana na caixa econômica. A começar que parece que as pessoas que vão ali não tem obrigações a cumprir, não tem compromissos porque se deixou o arroz no fogo trate de apagar porque tão cedo não vai voltar pra casa.
É uma falta de respeito pelo cidadão que não é mole.
Reparei que aquela funcionária que fica na entrada trabalha o dia inteiro em pé, aliás são duas.
Gente de Deus! isso não é brincadeira. O atendimento ao publico, cada um com um problema diferente. Com tantas mesas e tantas cadeiras porque razão aquelas funcionárias têm que ficar o dia inteiro de pé? 
Por aí já se tira que o negocio não é mole.

Depois, a gente entra. E tome chá de cadeira. 

Aliás já deixaram aquele montão de cadeiras ali justamente porque quem gostar de chá de cadeira é só ir na caixa econômica. 

Porque muitas vezes é um funcionário só pra atender aquele mundaréu de gente que com certeza tem os seus afazeres em casa. E nesse calor que estamos lá também não tem ventilador e nem ar condicionado. 

Mas a minha postagem de hoje é pra falar sobre outra coisa que virou uma coisa.

Hoje tive que ir nesse banco infeliz. Levar meu filho é para fazer prova de vida.

Passei pela funcionária que fica de pé o dia inteiro que sempre atende a gente muito bem. Passamos pela bendita porta giratória, e tudo bem, mas ao chegar no primeiro andar faltou um numero de documento e tivemos que retornar para pegar com a funcionária que fica o dia inteiro em pé que mais uma vez nos atende com toda educação.
Aquela ali, é uma santa. Ao retornar para passar na bendita porta giratória, a porta trava.
Era meu marido, porque eu e meu filho ficamos dentro esperando que ele fosse pegar o tal numero que estava faltando.
A porta trava.
Meu marido já tinha deixado fora tudo que é de direito e a bendita porta travando.
Imaginem o fuzuê que foi! Principalmente porque rodei a baiana dentro do banco já que a pessoa não tem mais nada pra tirar dos bolsos, quando a porteira ou vigilante ME MANDA CALAR A BOCA!
É MOLE? E diante de tamanho atrevimento, já que não tem estrutura nenhuma pra trabalhar de vigilante, só não sei porque não sacou da sua arma e não me matou. Porque eu mesma lhe falei os diabos. Ela não sabe, que se fosse eu que estivesse ali no lugar do meu marido, naquele chove e não molha sem ter mais nada para tirar, teria tirado a roupa.
Vai mandar outro calar a boca porque eu mesma, no meu direito não calo a minha.
Hoje em dia é um tal de mandar o outro calar a boca.
E depois pra encerrar o meu marido falou!
Eta porta boa! Essa porta é boa demais! Nunca ouvi falar numa porta tão boa quanto essa! Essa porta só não pega bandido.
Enfim essa é a Caixa Econômica, onde o cidadão é obrigado a tomar chá de cadeira. Ficar quieto se a porta trava, e se falar lhe mandam calar a boca.

25 de janeiro de 2017

Isso sim é que é um céu!

06:36 4 Comments

E nas minhas observações onde até eu mesma também fiz ponto embaixo do pé de manga me chama atenção outra coisa.

Aliás já venho observando isso há tempos, mas com a mente ocupada com o entra e sai de visitantes no pé de manga terminei esquecendo de narrar o fato que me intriga e faz encher os miolos de caraminholas.

Mas, caraminholas que tem um quê, um fundamento. Não é uma caraminhola qualquer.

Essa não é fruto da minha imaginação. Está aí pra qualquer um ver e comprovar.

Isso sim é um céu que se preza! e pode olhar pro sul, norte, leste, oeste, faça uma volta completa olhando pra cima que não se vê uma gota de diferença.

Céu azul legitimo, e não uns céus que tem por aí cinzento que deixa a pessoa é desenganada da vida.

A pessoa já está cheia de problemas com essa tal de crise que pegou muita gente de calça curta, olha pra cima e vê um céu fubazento sem sol sem nada aí é que o desengano toma conta.

Mas olhando pra um céu assim, original dá até pra fazer de conta que problemas não existem.

Tenho certeza absoluta que é num céu assim é que os santos e anjos moram. E não num céu coberto de fumaça igual a muitos que tem por aí. Foi tanta ganância por esse mundo afora que encobriram até o céu, você olha pra cima e não vê uma nuvem branca, uma só pra contar história.

Esse céu autentico é assim, entra ano e sai ano é assim e só muda de cor quando as nuvens se enchem de água, chove e depois volta novinho em folha.

Não é a toa que pra essas bandas existem tantos poetas, o povo é alegre, não tem tempo ruim, e se tem a pessoa tem outra cabeça também com um céu desses! E digo mais, olhando pra esse céu até os encosto que atrapalham a vida da gente ficam com raiva e vão embora.




23 de setembro de 2015

CONVERSA PRA BOI DORMIR

11:18 0 Comments

É realmente fantástica a soma em dinheiro que recebo por dia proveniente de quem, só Deus sabe! 
Quem será esse doador misterioso que passa o dia inteirinho que Deus dá fazendo depósitos milagrosos na minha conta? 
E diante de uma crise dessas que leva o dinheiro a sumir da mão do povo, fica eu aqui recebendo comprovantes de depósitos que se somados daria pra comprar uma cidade inteira.
Eu que sou acostumada a trabalhar, que sou do toma lá da cá, e cá aqui entre nós, que eu saiba, desde o dia que nasci, nunca fiquei sabendo que ninguém na face da terra me deve um centavo furado, pela lógica, o fato é que se ninguém me deve, como pode uma pessoa sozinha receber tantos depósitos.
E mais um detalhe: Não vendo fiado. Pagar depois não é comigo não.
E se assim é: de onde provem tanto deposito que esse povo faz na minha conta, de manhã, de tarde, de noite e de preferência de madrugada?
Então que me digam uma coisa: É ou não é conversa pra boi dormir?
E olhe a situação do saldo: R$ 1,00
Robozinho fuleiro, safado e sem vergonha esse aí viu? Pensa que a gente é trouxa! Será que vou cair na besteira de abrir esse link ou arquivo zipado para ver de quanto foi esse deposito se ninguém me deve um centavo?
De 100 emails que recebo, 99 são de depósitos.

E como diz o Suricate: "MARMININO"

Eu não digo que tou mole.
"Nois Aqui É Besta, mas nem tanto!
Robozinho lazarento!
Nois aqui não é de acreditar em lero lero, nem em hem, hem hem.
Nois aqui é da lida! 
E nem em premio de loteria nois temos pra receber pois nois não joga!
Guarde aí os seus depósitos, que nois é pobre, mas não quer não visse?

Maria de Lourdes

15 de fevereiro de 2014

A TELHA

16:17 3 Comments
Imagem: cybeleolga.wordpress.com 
Para quem entende de telha, esse pode ser um assunto meio sem graça, mas para mim que não entendo de telhas foi a descoberta do ano e acredito que existe muita gente que pensa que telha é telha e pronto.
Claro que telhado é constituído de telha, mas telha virou um bicho de sete cabeças pra mim, motivo de curiosidade e etc. e tal e dentro de uma semana estava eu apaixonada por uma telha de 200 anos atrás.
Tudo começou quando na minha casa apareceu uma goteira. Goteira você já sabe o que é. É aquele pinga pinga quando chove e você fica pra lá de doida arrastando os moveis pra lá e pra cá para não molhar, e ao mesmo tempo fica numa situação desesperadora lutando com unhas e dentes para não arranhar o chão.
Daí, você chama um pedreiro para consertar o que está errado lá em cima. É uma pena porque se não fosse tão alto juro que eu mesma subiria e resolvia meu problema. O pedreiro vem, sobe, mexe pra cá, mexe pra lá, cobra um absurdo, mas tudo bem, afinal subir em telhado é coisa perigosa, tem que esperar os dias de sol. E vale a pena pagar seja lá quanto for porque ninguém queira ficar com uma goteira dentro de casa, porque além de fazer um belo de um estrago dizem ainda que dá azar.
Veio a primeira chuva e vamos testar a goteira. Ou seja o trabalho do pedreiro na goteira. Não sei o que aquele imitação de pedreiro fez lá em cima. Sei apenas que a goteira deu cria e virou uma biqueira. E lá se vai eu de novo com um monte de baldes e bacias e meu belo forro tão lindo e branco está parecendo o fundo das calças daquele pedreiro de meia tigela, que com o seu peso deve ter quebrando todas as telhas do meu telhado.
E nesse lenga lenga, foram mais de dez nesse sobe e desce. Que goteira mais problemática essa. Nunca ouvi falar que um telhado desse tanto trabalho e tanta despesa e enquanto o calor estava tinindo, estava eu fazendo até promessa para não chover para que o mar não se mudasse para dentro da minha casa .
É mesmo muito engraçado os orçamentos que alguns fazem. Uns sequer sobem na escada, do chão mesmo já condenam o meu pobre telhado que tinha só uma goteirinha e virou uma inundação ao ponto de isolar inteiramente o espaço.
E o medo da casa inteira desabar na minha cabeça?
Bom, mas continuando com a minha descoberta, e lá vamos nós para resolver urgentemente a situação antes que as chuvas de verão cheguem. Tive que trazer um pedreiro encomendado de outra cidade em um outro estado para tampar essa cachoeira que se alastrou pela metade da casa.
E, é aí onde entra a telha. Tirei a foto da bendita e fui ao deposito, comprar 200 telhas. Eu já sabia que eu era meio destrambelhada, mas não tanto! Comprar telha para repor com foto? Nunca ouvi falar! Pelo menos até aquele dia. 
E chegando ao depósito foi bem assim que me disseram. Tem que trazer a telha senão não dá certo!

E me aguarde para saber do resto!

Autor: Maria de Lourdes

18 de outubro de 2013

EMAIL INDESEJADO . SPAM

11:56 0 Comments

Chega a ser abuso a quantidade de email "spam" que recebo na minha caixa de email.
Irrita ter que receber em média mil mensagens por dia, e o que é mais irritante, nenhum é brasileiro. Nenhum email em portugues.
Quantos clientes tenho deixado de atender porque para que eu possa encontrar o meu cliente tenho que perder horas procurando entre milhões de mensagens que não me interessa. Já pedi socorro para  a hospedagem do site que já me orientaram como proceder e mesmo assim não está funcionando porque se bloqueio 100, eles criam outro. Será possivel que vou ter que cancelar um endereço de email que está divulgado a mais de 15 anos? Este alerta aqui é só o começo porque vou copiar os nomes de todos os email e vou colocar em todos os meu blogs que são mais de 15 e em todos os meus sites que são mais de 20. Estou mesmo feito louca devido a este problema que está me tirando do serio e me impedindo de trabalhar
Mas nem que eu fique o dia inteiro digitando vou colocar cada email que recebo na proxima postagem.
Para se ter uma ideia, os email são bem assim:
inauguratebroad@911tabs.com,bakersfieldlap@yourdictionary.com,darlenedescriptor@correctionscorp.com
Com sinceridade: pra que eu quero essas mensagens que estão atrapalhando a minha vida e meu trabalho?

26 de abril de 2013

DE MOLHO E COM ENXAQUECA

23:45 0 Comments

Pois é, nesta de uma hora faz frio e outra hora faz calor! Alguém que conheço muito bem está a caminho! 
E não adianta correr! 
Correr pra onde? Se ela vai junto? 
E de repente a danada chega! Assim: como quem não quer nada se instala e não existe analgésico nenhum que a acalme, passe ou cure. 
E toma-se chá disso e daquilo outro, até chegar o momento em que o estômago não suporta mais nada! 
Aí não tem jeito, pronto socorro e tome injeção, e tome injeção e mais tome injeção.
É a infeliz da enxaqueca que chega e deixa a gente pra lá de doida! Ai eu pergunto: cadê o meu ORMIGREIN? 
Que bastava um comprimido só, e eu não tinha que passar por tudo isto?
Sumiu das farmácias e até hoje eu não soube o por que! Sei apenas que na minha enxaqueca era tiro e queda, tomou passou!
Adeus ORMIGREIN!
Enxaqueca agora deita e rola! 
E enquanto não surgir outro vou ter que de vez em quando parar tudo que estou fazendo para simplesmente curtir a minha bela enxaqueca que vem sem avisar nada se instala no dia que quer e se vai também à hora que quer!

Odeio enxaqueca!

27 de março de 2013

AMIGO É PRA ESSAS COISAS

10:46 1 Comments
Para dar uma palavra amiga!
Para dar o ombro para a gente chorar!
Para ouvir as nossas queixas e desabafos!
Para nos criticar, quando estamos errados!
Para guardar os nossos segredos!
Para nos dar um empurrão, quando empacamos na vida!
Para rir quando precisamos de um sorriso!
Para nos levar ao médico, mesmo que seja a força!
Para seguir o blog!
Para votar nas noticias!
E nessa de amigo vai e amigo vem, tive uma grata surpresa, reencontrei uma grande amiga que não via a tempos! curtiu minha página e ao ve-la por pouco não desmaiei! Mas olha quem está aqui! pensei com meus botões! E fiquei prá lá de feliz!
Enfim, amigo que é amigo é isso mesmo! 

Maria de Lourdes

3 de março de 2013

DOMINGO ENSOLARADO

12:08 1 Comments
Neste domingo ensolarado que Deus nos deu de presente, acordei e fui fazer a minha caminhada. Depois fui a feira.

E corre daqui e corre pra lá, resolvi remexer num velho baú!

E qual foi a minha surpresa!

Encontrei uma barata que me desafiou bem cara com cara, como quem diz:

Veio fazer o que aqui?
- Olhe sua danada de baratinha! o bau é meu e você vai ter que cair fora!
-E perguntei: tem ovos por ai?
- Pois se tiver vai junto também!

Desconheço alguem que quando vê uma barata não diga bem assim:


AI! UMA BARATA!


19 de janeiro de 2013

DONA CHIQUINHA E OS CONSELHOS DAS COMADRES

00:45 0 Comments

Aquele medicamento caiu do céu, era tudo que um ser vivente como a dona Chiquinha, precisava. 
Eu agora sou outra, dizia, caia o mundo em cima da minha cabeça que não estou nem aí, pensei, que alivio a dona Chiquinha que só vivia estressada e brigando até com as paredes.
Que pessoinha mais complicada era esta hem! Mas encontrou um medicamento para esse mal de stress e agora vive na paz! Pode dar-lhe uma bofetada que ela diz: ofereço a outra face.
Pois bem a dona Chiquinha e seu remédio. Até que um dia resolveu por conta própria parar de vez de tomar achando que o seu stress estava curado.
E assim fez. Sem consultar médico, porque agora as comadres encheram a sua cabeça de susto, que tinha de parar de tomar remédio e coisa e tal.
Eu bem que avisei. Vai ao médico, pergunta primeiro se deve ou não parar, não toma decisões sem orientação para não se arrepender depois.
E assim fez.
1º dia sem o remédio: maravilha
2º dia sem o remédio: tudo na santa paz
3º dia: eu não falei que estava curada? Diz ela com um sorriso que ia de uma orelha a outra!
4º dia: beleza
5º dia: tudo em paz
6º dia dona Chiquinha diz que parece que está na menopausa, tanto é o calor que está sentindo, mas como nem lembrava do remédio falei: é que está fazendo calor mesmo!
7º dia dona Chiquinha diz que está sentindo calor e formigamento no corpo inteiro
8º dia dona Chiquinha parecia que estava elétrica,
9º dia não dormiu, passou a noite no deita e levanta rondando pelo meio da casa tomando chá disso e daquilo pra dormir.
10º dia estava parecendo uma pipoca, e se não corro era bem capaz dela me bater só porque eu disse vá se receitar com suas comadres, que elas te ensinam um remédio bom.
11º foi ao médico que depois de um belo sermão lhe receitou de novo o mesmo remédio e agora em dose dupla
12º como o efeito do remédio ainda não tinha entrado em ação, quando as comadres chegaram colocou todas pra correr e se alguém não chegasse em tempo bem capaz que estivesse correndo até hoje.
Mas... Passaram-se os dias e lá para o 20º dia ouvi alguém comentar, a senhora voltou a tomar remédio de novo? Ela calmamente respondeu: graças a Deus e só paro quando o médico mandar!

13 de janeiro de 2013

NÃO TEM JUIZO QUE AGUENTE

00:33 0 Comments

Sempre ouvi falar do dia do juízo. 
Na escola, na igreja, no catecismo, nos filmes, nos livros, nos jornais, nas revistas, nas novelas, nas ladainhas, nos sermões seja do padre ou do pastor, o dia do juízo corre de boca a boca, talvez desde o dia em que o mundo foi criado! 
E está até hoje na cabeça de muita gente! 
Não sei dizer se esse juízo é aquele que fica dentro da cabeça ou se é o juízo do dia do final! 
Sei apenas que se chama juízo, e sem pensar em dicionário porque o fato aqui nada tem a ver com o livro dos sinônimos ou antônimos. 
E vá falar que dia do juízo não existe pra um fanático que ele é bem capaz de quebrar o juízo da gente com uma paulada, achando que a gente está debochando de coisa séria que é o dia do juízo. 
Nos meus tempos de infância, passei maus momentos com essa história de dia do juízo. Hoje sei que quando se fala em dia do juízo, fala-se em dia do julgamento. 
Em outras palavras o dia do juízo nada mais é que a “lei de causa e efeito” esta sim, não temos como fugir dela. Colhemos o que plantamos e vamos responder por todas as nossas ações: boas ou más. E por falar em dia do juízo particular, porque meu ranking não passa de 3208! Será que este número é o meu número da sorte? Estou todos os dias na casa e ainda diz que estive uma só vez esta semana? Bom, pro bom entendedor um pingo é letra, diz o dito popular e eu, modesta parte sou ótima para colocar os pingos nos “is” será que meu dia do juízo chegou e se chama 3208?

12 de janeiro de 2013

E VOLTANDO AO MEU PASSADO

01:00 0 Comments
Não que eu viva de passado! 

Do passado guardo e relembro os dias felizes, sem preocupações, sem pulga atrás da orelha e etc. e tal!
Tempos bons aqueles hem! 
Ninguém do meu conhecimento, que eu saiba tinha um pé atrás com ninguém! Também pudera, desde quando a gente quando criança pensa, ou sabe que estas coisas existem! 
Digo: pé atrás ou pulga atrás da orelha! Aquilo sim é que era vida, como o ditado diz: "a gente era feliz e não sabia" 
E por falar em ditado era mestre em ouvir as conversas das comadres da minha mãe. E coisa que aprendi e sei de cor, são os ditos populares! E já que o meu blog fala de histórias sobre qualquer coisa é como sempre digo:
Agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E vou devagar porque a pressa é inimiga da perfeição!

28 de dezembro de 2012

GRIPE OU ALERGIA

10:37 2 Comments
Pois é!
Nesses tempos de calor, mais quente que no nordeste, poluição e baixa umidade do ar peguei uma gripe. 
Nessas alturas, já nem sei se é gripe ou alergia. 
Ou alergia ou gripe sei dizer que está pra lá de mês que estou nesse chove e não molha: gripe ou alergia ou alergia ou gripe. 
Um médico diz que é gripe e outro diz que é alergia e quem padece sou eu com medo de morrer. 
E por falar em medo de morrer, somente hoje descubro que tenho síndrome do pânico. 
Pois é bem interessante esta história, levei uma vida inteirinha para descobrir por mim mesma que tenho este problema ai: Síndrome do Pânico. 
E o meu é o pior que existe, medo de morrer. Meu cunhado que de tudo faz uma graça me diz:
- vem cá:
tu tem medo de morrer por quê?
Tu é melhor do que os outros?
Se todo mundo morre, tu quer ficar aqui pra que?
Pois não é que ele tem razão e eu não sabia?
E esta história de medo de morrer aconteceu justamente quando eu era criança e o povo inventou que o mundo ia se acabar.
Que o mundo ia ficar sete dias e sete noites no escuro e depois o sol derreteria a terra. Nesta época fiquei no maior desespero, acredito que esta estória mexeu com a cachola, ou com o juízo, ou com o emocional de uma pessoa que conheço: EU. 
Aliás, pensava que conhecia, porque depois de uma vida inteira descubro que sofro de síndrome do pânico. 
Mas, não é muito é só um pouco! 
Mas, pense numa pessoa que tem medo de passar mal! 
E com essa gripe que não sei se é alergia, resolvi comprar um remédio que a minha mãe usava muito quando éramos criança. 
Só não vou dizer o nome. Mas só eu mesma sei do malabarismo que precisei executar para abrir a tal latinha. 
Naquele tempo a bichinha era ruim de abrir e hoje pude ver com esses olhos que um dia a terra há de comer, que a danadinha da latinha ficou pior! 
Sem brincadeira, vira prá lá vira pra cá, aperta daqui aperta dacolá, vira pra cima vira pra baixo, tenta com um pedaço de pano, e a danadinha não abre pra eu sarar de vez da minha gripe, que não sei se é alergia. 
Uma coisa eu digo: duvido que naquela latinha entre bactéria, ar, água, micróbio, vírus, pensamento, ou seja, lá o que for. 
E depois que tentei de tudo quanto é jeito e isto em plena madrugada, tive que acordar todo mundo pra abrir a danada da latinha. 
Por fim meu marido conseguiu, depois de quebrar a unha. E tem uma coisa, depois que fechar, vai ser pior, porque a danadinha começa a escorregar entre os dedos, daí quero ver tudo de novo! 
Mas é um santo remédio que passado de avô pra pai, e de pai pra filho e de filho pra neto e de neto pra bisneto, vai curando as gripes de muita gente e se brincar até as alergias também. 
Pelo menos a minha está quase curada e dou viva a latinha que guarda tão bem guardado o remédio para tantas gripes, seja alérgica ou não.

9 de maio de 2012

MOÇA VÉIA NÃO. A HISTÓRIA HOJE É OUTRA

22:46 0 Comments


Pra ver mesmo como são as coisas: o que é que está faltando acontecer neste mundo de Deus? Assim diziam as avós.
Imagine se elas vissem o que acontece hoje. Diria que esse mundo está mesmo virado de cabeça pra baixo.
Pois se esta estória de moça veia era uma preocupação de muita gente, eu mesma tinha até um caderno cheio de orações e simpatias pra S. Antonio, que dizem ser o santo casamenteiro. E se eu tinha esse caderno era porque a preocupação era grande, e com certeza copiei de alguém que vivia no mesmo dilema que eu.
Era um tal de pegar o S. Antonio e colocar de cabeça pra baixo,
De afogar o santo em um copo d’água,
De tomar o menino Jesus do colo do santo,
De colocar o santo dentro do congelador
E muitas malvadezas que nem é bom contar, tudo pra não ser chamada desse nome aí: (MOÇA VÉIA).
Sem contar nos sermões e nas ladainhas que o coitado do santo era obrigado a ouvir, porque sendo estátua de que jeito podia correr?
Começava-se rogando:
Ò meu santinho! Tenha pena de mim, não me deixe passar por esta humilhação, já ando na rua desconfiada, estão me chamando de vitalina, de titia, de caritó, de beata!
E olhe aqui! Só vou fazer as pazes com você, quando me trouxer um marido.
Mas, como escrevi no inicio, o mundo dá muitas voltas porque hoje a história é outra ouviu vovó!
Conheço muitas mulheres que fogem de casamento como o diabo foge da cruz.
Pois não é que o mundo mudou mesmo? Acho que o santinho está vivendo mais em paz!
E as almas? Devem está no seu devido lugar: no descanso, porque naquele tempo de uma coisa tenho certeza, muitas perderam o juízo e ao invés de céu foram pro purgatório de tanta raiva daquelas beatas lhes tirando o sossego devido!
________________________________________


Falando seriamente, existiam várias razões, muitas vezes dramática para uma moça não casar antigamente e achei muito interessante este artigo escrito por Rachel de Queiroz

O Cruzeiro - 19 de setembro de 1959.



Vitalinas
“E tira o pó, Vitalina,
Bota o pó, Vitalina,
Môça velha não sai mais do caritó”
(cantiga popular)

Da Bahia para o Sul, pouca gente saberá o que é vitalina e o que é caritó. Caritó é a pequena prateleira no alto da parede, ou nicho nas casas de taipa, onde as mulheres escondem fora do alcance das crianças, o carretel de linha, o pente, o pedaçõ de fumo, o cachimbo. Vitalina, conforme a popularizou a cantiga, é a solteirona, a môça-velha que se enfeita - bota pó e tira pó - mas não encontra marido. E assim, a vitalina que ficou no caritó é como quem diz que ficou na prateleira, sem uso, esquecida, guardada intacta.
As cidades grandes já hoje quase desconhecem essa relíquia da civilização cristã, que é a solteirona, a donzela profissional. Porque, se hoje como sempre, continuam a exisitir as mulheres que não casam, elas agora vão para tôda a parte, menos para o caritó. Para as repartições e os escritórios e os balcões de loja, para as bancas de professôra, e até mesmo, Deus que me perdoe, para êsses amôres melancólicos e irregulares com um home que tem outros compromissos, e que não lhes pode dar senão algumas poucas horas, de espaço a espaço, e assim mesmo fugitivas e escondidas.
De qualquer forma, elas já não se sentem nem são consideradas um refugo, uma excrecência, aquelas a quem ninguém quis e que não têm um lugar seu em parte nenhuma.
Pela província, contudo, é diferente. Na próvíncia os preconceitos ainda são poderosos, ainda mantêm presa a mulher que não tem homem de seu (o “homem de uso”, como se chama às vezes ao marido...) e assim, na província a instituição da titia ainda funciona com bastante esplendor. E o curioso é que raramente são as môças feias, as imprestáveis, as geniosas, que ficam no caritó. Às vezes elas são bonitas e prendadas, e até mesmo arranjadas, com alguma renda ou propriedade, e contudo o alusivo marido não apareceu. Talvez porque elas se revelaram menos agressivas, ou mais ineptas, ou menos ajudadas da família na caçada matrimonial?
A gente as conhece mocinhas, botões de flor cheios de esperança e de graça adolescente. Que pele, que dentes, que cabelos, que cintura! Por uns anos se deixa de vê-las, e então quase não se as conhece mais - ressequidas ou obesas, azêdas, beatas. Fazendo crochê ou se especializando em outras coisas igualmente inúteis, ressentidas, solitárias, queixando-se de imaginários achaques, e tão semelhantes ao tipo caricatural da solteirona pintado nos livros e nos palcos, que até parece escolheram o modêlo e o copiam com exemplar fidelidade.
Falta de homem? Bem, é um dos motivos. Na próvíncia os homens emigram muito. E para onde emigram, casam. Depois, também contribuiu para a existência das solteironas a reclusão mourisca que muito pai ainda costuma impor às filhas môças. Cobra que não anda não engole sapo. Aí, por estas províncias além ainda existe muito pai carrança que só deixa a filha sair para ver a Deus ou aos parentes, e assim mesmo muito bem acompanhada. Reclusas, as meninas vão ficando tímidas, e dentro de um pouco, já são elas próprias que se escondem com cerimônia dos estranhos.
Depois, - parece incrível - mas o egoísmo das mães também contribui. Uma filha môça, no interior, não é, como na China, uma praga dos deuses. É, ao contrário, uma auxiliar barata e preciosa, a ama-sêca dos irmãos menores, a professôra, a costureira, o “descanso da mãe”. E então as mães, para não perderem a ajudante insubstituível, se associam aos pais no zelo exagerado, traindo a solidariedade do sexo por outra mais imperiosa, a solidariedade na exploração.
Menina de cidade, passeando de lambreta, morando nos cinemas, mal sabe como é dura a sorte da mocinha de interior. Nas famílias mais pobres, então! De pequenina, sete a oito anos, já recebe um irmão menor para criar, e o uso é que o crie completamente, assumindo tôda a responsabilidade, como se a própria mãe o fôra. Fazer mingau, banhar o menino, balançá-lo para dormir, atendê-lo à noite (inclusive nas doenças), carregá-lo. Às vezes são tão pequeninas que não podem com o irmão nos braços e por isso inventaram o uso de o carregar no quadril, e têm delas que ficam tortas, só do pêso permanente que levam do lado direito durante tôda a infância. Também das meninas é a obrigação de trazer água para casa; e, quando os irmãos crescem, são elas que lhes lavam e engomam a roupa e cozinham a comida. Nas famílias mais pobres elas também vão para o roçado, junto com os homens de casa, limpar de enxada. E o sinal de que uma família tem môça muito mimosa e de bom trato, é dizer-lhe que ela não sabe o que é enxada. Mas apanhar feijão e algodão tôdas apanham, mesmo as de luxo
E, enquanto isso, que faz a mãe? A mãe dá conta da obrigação de Eva, e bota filhos no mundo, regularmente, um por ano. Doze, quinze, dezesseis, vinte. Escangalhadas por tanta maternidade, pelos partos mal assisitidos, aos trinta anos já são umas megeras, sem carnes e sem dentes, e passam a vida acocoradas no batente da porta ou à beira do fogo, fumando cachimbo, enquanto o feto lhe cresce nas entranhas, e as meninas trabalham.
* * *
Aliás, me desviei das vitalinas. Porque essas meninas muito pobres quase sempre acham marido. As titias proliferam com abundância é na classe dos remediados e dos meio-ricos. Não que a môça nestes grupos esteja sujeita a uma escravidão menor. Apenas o trabalho é menos duro nas casdas onde se pode pagar uma empregada, ou onde se tem aquela outra mártir doméstica, - a menina que de garôta se tomou para“criar”. A que chama os patrões de “padrinhos”, pequena escrava para quem a Princesa Isabel nunca exisitiu. A primeira que acorda, a última que dorme, não há serviço, por pior, que não lhe imponham, nem direito, por menor, que lhe reconheçam. Para dormir tem uma rêde armada a um canto, come às pressas na cozinha o resto das panelas, veste a roupa velha das meninas da casa e lá um vestido de chita nova, nas festas. Essas, contudo, embora raramente se casem, (ou fujam e “se percam”), pois as madrinhas desviam qualquer pretendente no susto de perderam a cativa, depois de mulheres feitas quase nunca realizam a figura da vitalina guardada no caritó. De escravas que foram quase sempre se transformam em tiranas, assumem a direção da casa quando a senhora envelhece e as môças indolentes não a disputam. Viram-se na Dindinha, na Mãe-Titó, na Tia-Bá, eminência negra ou parda em cujas mãos capazes fica pràticamente entregue o govêrno da família.
* * *
Não sei o que dirá disso a moral tradicional, mas creio que, felizmente, a existência da vitalina, mesmo na província, já anda perto do fim. A instituição da “môça livre” ou da “mulher de carreira”, segundo os modelos da América e da Europa, já tão bem copiada no Rio e em São Paulo, é uma tentação muito grande. Qual a môça que tendo possibilidade de viver do seu emprêgo, no seu próprio apartamento, onde, se lhe falta o aconchego do marido, restam sempre os consolos da liberdade, qual a môça que escolherá viver de favor em casa do irmão, sob a tirania da cunhada?
Será um mal a substituir outro, dirão. Pois bem nenhum sairá dessa nova liberdade. A isso não respondo, que não sei: o que posso dizer é que será, de qualquer jeito, um mal muito menos melancólico.
O Cruzeiro on line é um trabalho de preservação histórica do site Memória Viva

16 de abril de 2012

EMAIL FANTASMA

23:50 2 Comments

Como se não bastasse os episódios que se ouve nos noticiários, coisa de deixar a gente de cabelo em pé, chego à conclusão de que a gente pensa que já viu de tudo nesta vida e na verdade existem coisas que sequer imaginamos que possam acontecer!
Pois é o seguinte: eu não sabia que uma pessoa desencarna, quer dizer morre, e ainda manda email. Era só o que me faltava!
Alma mandando email com fotos e tudo mais e em anexo é demais pra qualquer imaginação. E para certas coisas parece que tudo contribui para a cena ser mais chocante.
Eram mais de meia noite, eu estava aqui revisando meus emails quando dou de cara com uma mensagem de uma amiga já falecida!
Ao invés de sentir arrepio, ficar de cabelo em pé, ou sair correndo com o coração a mil por hora pra tomar um copo d’água e cair na cama e me cobrir de cabeça e tudo!
Ora essa, dei foi boas risadas, porque desde quando vou ter medo de alma, sendo que sou uma?
Ri mesmo porque quem me envia esses emails, é desinformado demais! Ô criatura de Deus a mulher já morreu faz tempo, e ainda não sabiam?
Acho que usar o nome da pessoa pra mandar vírus, não dá muito certo não, nesse caso pelo menos não deu!
Eu não caio nessas, e medo de alma, nem pensar. Mas tomara que uma coloque um vírus dentro do seu vírus! Já pensou um vírus desse mundo com um vírus do outro mundo?
Pra falar a verdade quem ficou com medo mesmo foi meu gato, ficou arrepiado deu um miado daqueles e se enfiou debaixo da cama!
Mas eu? Simplesmente, naturalmente, deletei!

14 de dezembro de 2010

É NATAL

12:50 0 Comments
Enfim, aqui estamos nós a espera do Natal e do Ano Novo! O clima Natalino se estende por todos os cantos do mundo. Quer queira ou não! É Natal!
No planeta parece que paira uma energia diferente!
Preparativos para as festas de fim de ano é o que não falta nas cidades, nas ruas, nas lojas, nas residências.
Dos corações, onde imaginamos que residem os sentimentos, emana um quê de solidariedade, de fraternidade, de compreensão, de alegrias, de recordações e de saudades.
Alguns também experimentam sensação de abandono, de solidão e em meio a tanto reboliço, se acham infelizes no Natal e nas festas de fim de ano!
E até dizem: esse vai ser o pior Natal que já vivi!
É porque na verdade, não pararam para refletir na verdadeira essência do Natal.
Natal que é a comemoração do nascimento Daquele que veio até nós, para nos ensinar a Lei do Amor.
Incompreendido, e mesmo em meio a tanto ódio, ainda rogou a Deus por todos nós, nos desculpando perante o Pai dizendo: “Pai, perdoai-os porque não sabem o que fazem”
O presente da vida, ainda palpita em nossas veias, e nenhum presente por mais adornado que seja pode ser comparado a este.
Muitas vezes o desemprego, a falta de oportunidades, faz com que na nossa mesa não tenha quase nada e isto nos deixa triste! O desencanto não deixa penetrar no coração a certeza de que muita gente também pode até estar passando por piores momentos: doentes e sem um lar. Não entendemos esta linguagem porque, não descemos do pedestal do nosso orgulho para compreender que eles também são como nós, filhos de Deus.
Saudades dos que se foram, saudades dos tempos que não voltam mais, a sensibilidade no Natal parece fluir e mesmo assim é tempo de recomeçar!
Se neste Natal, a solidão bate a sua porta, e não tem com quem comemorar! Aproveite o momento para usufruir as vibrações positivas que emanam de todos os cantos da terra!
Aproveite para se desfazer das suas mágoas, para perdoar aqueles que te feriram. E se nenhum presente você pôde dar a alguém, abrace-a através da prece.
Leve o reconforto aos corações que se despedaçaram, e se não poder encontra-los peça a Jesus que leve a sua prece para eles, onde quer que estejam!
E assim, construa um mundo novo a sua volta, para que a saudade quando o visitar chegue em forma de uma saudade bendita.
E a solidão seja uma arma poderosa, onde você aprenderá como direcionar a sua vida!
Com entendimento. Com serenidade. Com agradecimento ao Pai pela vida e pelas oportunidades de estar aprendendo e recomeçar!
UM FELIZ NATAL!
QUE A LUZ DE JESUS FAÇA-SE PRESENTE NA SUA VIDA!
E QUE O ANO NOVO, SEJA A REALIZAÇÃO DE SUAS ESPERANÇAS.